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setembro 29, 2005
Flor das dunas

o chão de areia
com o sabor do sal
o sopro do vento
sobre o ardor do sol
e a flor
branca e macia
suave resistente
das áridas dunas
em que existe
Foto: hana_le
Publicado por lique às setembro 29, 2005 10:41 PM
Comentários
Vc não se sente às vezes como esta flor das dunas? Suave e resistente - é como estou me sentindo! Se bem que nem sei mais se há tanta suavidade! rs...
Poema lindo, moça!
Beijo grande
Publicado por: Loba em setembro 29, 2005 11:15 PM
Como que a mostrar-nos que tudo é possível!... :)
Publicado por: sotavento em setembro 29, 2005 11:19 PM
Com "rosa de areia" ou "flor do deserto"...
Muito bonito e muito bom ter-te de volta...
Publicado por: maria em setembro 30, 2005 12:05 AM
Gostei da suavidade desta resistência da flor das dunas.
Beijinhos.
Publicado por: Maria do Céu Costa em setembro 30, 2005 08:29 AM
Deus!
Já te tinhas dado conta desta tua magnífica faceta?
Veijinho Alice
Publicado por: zezinho em setembro 30, 2005 09:06 AM
Ai Lique, gostei tanto deste teu poema e dessa foto! Quanta serenidade aliada à simplicidade.
Beijoka e bom fim de semana
Publicado por: lina em setembro 30, 2005 09:16 AM
O simbolismo da resistência e da beleza selvagem, que modestamente enche de graça a aridez das dunas.
Publicado por: jgonçalves em setembro 30, 2005 11:40 AM
Nas dunas da minha terra não existem flores como essa da imagem. Mas existem. Bem pequenas. Miudinhas mesmo... e ao ver a flor, a tua, lembrei das minhas - tão distantes, tão amadas, tão belas. Grato por este momento. Um beijo.
Publicado por: batista filho em setembro 30, 2005 12:41 PM
Uma linda foto e um belo texto, a combinação perfeita,parabéns.
Publicado por: O PACIENTE PORTUGUÊS em setembro 30, 2005 04:04 PM
belissima flor em terreno árido...são as mais preciosas.
beijinhos, querida lique.
Publicado por: moriana em setembro 30, 2005 04:21 PM
Uma flor tão linda, num sítio tão inóspito... Bjs
Publicado por: mar em setembro 30, 2005 06:26 PM
Olá
Linda foto.
Gosto do teu poema
Beijinhos.
P.S. Se queres uma flor dessas pede
Publicado por: Lmatta em setembro 30, 2005 07:46 PM
OLá, Lique! Venho aqui desejar Bom fim de semana!Se a flor deste teu Poema é resistente à aridez das dunas porque não pode uma catedral de granito ser resistente às intempéries? Transmite por favor esta pergunta a quem de direito! Beijo **
Publicado por: M.P. em setembro 30, 2005 08:28 PM
Sobre arena y sobre viento lo ha fundado tus maravillosas palabras :)
bueno fin de semana.
Besos
Publicado por: Romero em setembro 30, 2005 09:51 PM
Uma flôr que consegue florescer em caminhos por nós ocultos.
Gostei.
BFS
Bj Vagabundo
Publicado por: Vagabundo em setembro 30, 2005 10:39 PM
Bonito. Gostei.
Bfs Lique
Publicado por: Jose Duarte em setembro 30, 2005 10:41 PM
As minhas associações de ideias são tão previsíveis, Lique, até para ti. Sabes q não falo na flor - q me prendo pelo deserto. Sabes q não falo no oásis - q me fico pela secura.
Pondo as associações de lado e relendo o teu poema, esquartejo:
chão / areia / sal / vento / sol / flor / dunas
- com estes substantivos, só podias ter feito gerar vida... ;)
(querias mais desconstrução?... espera pela miragem)
LOL
kisses de nice weekend, Mulher!
Publicado por: mjm em setembro 30, 2005 11:17 PM
Que beleza de texto para a beleza da flor!
Bjs
:)
Publicado por: pedra em outubro 1, 2005 12:42 AM
Venho deixar um beijo e desejar-te um bom fim de semana
Publicado por: Friedrich em outubro 1, 2005 01:30 AM
olhai os lírios... das dunas :) são lindos sim. tal como o teu poema e a foto da hana_le (dotes escondidos). bjks
Publicado por: ognid em outubro 1, 2005 09:55 AM
Linda foto...magnifica!
Jinhos, estou com tão pouco tempo para visitar-te. Ando a adiantar trabalho para ir de férias pás vossas bandas no final do mês.
Publicado por: Vera Cymbron em outubro 1, 2005 12:40 PM
Quero convidar vc para participar do
primeiro aniversário do meu blog,
afinal vc faz parte desta história.
Sua presença me deixará feliz, te espero lá.
bjoks
Publicado por: Liliane em outubro 1, 2005 05:02 PM
Há flores assim, como a que descreves no poema..............tb aqui , fora da dunas. Óptimo domingo..........bjks
Publicado por: intemporal em outubro 2, 2005 09:48 AM
Muito inspiradora a tua evocação poética.
Não é apenas no esterco que uma flor nasce. Também surge da secura mais extrema.
Esta vida, sempre a viver à nossa volta...
Beijos.
Publicado por: OrCa em outubro 2, 2005 10:28 AM
Na aridez da areia, nasce uma flor tão bela.
Será que na aridez da Vida, ela continuará a florir?
Um abraço terno ;)
Publicado por: Poesia Portuguesa em outubro 2, 2005 12:02 PM
Tenho andado tão desanimada, tão ferida de mim mesma, que até esqueço, que do chão mais árido, pode brotar um flor tão sensível e tão bela.
Grata por esta partilha.
Um abraço e boa semana :)
Publicado por: Menina_marota em outubro 3, 2005 10:43 AM
Um apelo desesperado a quem gosta do PORTO
Caríssimas/os
O pior que nos poderia acontecer era ter um presidente de "fora".
À 5 anos atrás as/os portuenses distrairam-se e deixaram a cidade á sua sorte.
Penso que desta vez não permitiremos tal afronta.
Pretendo questionar a massa tripeira anónima e não só, do PORTO ,que não aceita que a cidade esteja entregue a um contabilista psicopata que não tem qualquer AMOR pela cidade e não entende o que é ser portuense.
Mas eu lembro:
Ser portuense é ser tripeira/o e ter orgulho disso.
Ser tripeiro é um estado de espírito. Não se escolhe, não se decreta. Ou somos ou detestamos.
Ser tripeiro é ter orgulho em viver na cidade do porto,é afirmar a Cidade.
Viver na cidade do porto é sentir o granito, o mar, o Douro, a ribeira, a foz, o bolhão, o coliseu, as francesinhas, as tripas, o S. João, Serralves, casa da música,....
Ser tripeiro é defender o que é nosso sempre - é do Porto carago-sem contemplações e sem hesitações - é esta a nossa essência e o que nos distingue de todos os outros- a nossa solidariedade- regional sim sem preconceitos.
Está na hora de defendermos, mais uma vez o que é nosso.
A cidade está perdida, é necessario encontrá-la e colocá-la outra vez no seu lugar.
Até domingo temos a obrigação de defendermos esta cidade.
Levantemo-nos para mandar-mos ás urtigas o actual presidente da câmara que envergonha a nossa cidade, (nossa pois dele não é seguramente- por muito que apregoe).
Obrigado
JP
Publicado por: joao pinto em outubro 7, 2005 10:53 AM
>> Meu caro JP (quem quer que seja):
Este espaço não está vocacionado para publicidade partidária, muito menos publicidade que não seja minha.. Só não vou apagar o seu comentário ( que não o é) por um mínimo de respeito por quem aqui vem comentar. Não é meu hábito apagar nem manipular comentários.
De qualquer forma, para sua informação e de quaisquer outros que o tentem, deixo desde já aqui a certeza de que outros comentários deste tipo serão apagados e o IP donde provêm bloqueado.
Publicado por: lique em outubro 7, 2005 11:17 AM
Um poema extremamente belo e singelo, assim como a flor de que fala. Realmente também no mundo dos homens a beleza espiritual aparece nos ambientes mais adversos. São dons de Deus...
Desde á muito tempo que me desliguei da poesia, pois achei que é mais importante saber lidar com a vida do que expor sentimentos íntimos que outros poderiam conhecer.
Para além do lado sentimental gostaria de conhecer em termos biológicos a referida flor.
Aposto em como está em vias de extinção!
Publicado por: Lucas em novembro 28, 2005 12:02 AM