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abril 20, 2006

Manhã de claridade

JorgeRosa.jpg

Que exista sempre esta manhã de claridade
e a luz do sol em voo rasante sobre o Tejo
som da gaivota que me fala de saudade
barco que entra pelo porto do meu peito
dia que nasce na maré do teu desejo!
E que, na alma que viaja sobre o leito
daquele rio que o sonho vê primeiro,
habite límpida esta onda sem idade
que agora embala o convés do cacilheiro!

Foto: Jorge Rosa

Publicado por lique às abril 20, 2006 12:02 AM

Comentários

Passei, para ver se já tinhas regressado, e gostei muito da bela descrição dos lugares por onde passaste/passeaste. Depois deixas.-nos este poema,como que uma homenagem a Lisboa, ao Tejo ,ao cacilheiro, enfim as coisas belas, igualmente admiradas pelos turistas que nos visitam nesta cidade lumiosa como há poucas.
Adoro viajar, mas nunca fui tão longe, pois nunca atravessei o Atlantico.O mundo é tão imenso e nós saímos tão pouco,que fica tudo por ver. è acerca de conhecer o mundo que eu bendigo a internet, pois pelo menos permite-nos ficar mais "perto" do resto do mundo. Um beijo e boa rentrè.

Publicado por: ciloca em abril 20, 2006 12:20 AM

Já vi que as férias foram boas...
Bem vinda!

Publicado por: saltapocinhas em abril 20, 2006 12:31 AM

Que exista sempre tanta vida para nso despertar para a alegria e a tranquilidade. Um beijo.
PS: Vou adicionar seu blog nos meus favoritos, gosto muito daqui.

Publicado por: Mel em abril 20, 2006 01:21 PM

Poema sereno.

Essa foto, belíssima, não podia ilustrar melhor o nosso Tejo e a nossa Cidade. O nosso azul é único.

Mas não sei porquê, esta imagem fez-me lembrar o Fernão Capelo Gaivota e a sua vontade imensa de descobrir a liberdade de voar, se possível, até ao infinito.

Bjinhos

Publicado por: Mité em abril 20, 2006 05:30 PM

E q essa tua boa disposição, e esse azul do céu não desapareça nunca....
Bjs

Publicado por: mar em abril 20, 2006 05:40 PM

Olha, emocionaste-me... e "prontsss"!... :)

Publicado por: sotavento em abril 20, 2006 05:45 PM

lembra-me a gaivota da canção que eu cantarolava em miuda, a tal que voava, voava, asas de vento coração de mar... Bjtos

Publicado por: catarina em abril 20, 2006 06:00 PM

Das margens do Douro ao encontro destes versos à claridade mansa do Tejo, deixe-me recordar dois nomes: José Viana e Eduardo Gageiro...
jorgesteves

Publicado por: jorge esteves em abril 20, 2006 06:03 PM

Que recodação me trouxe esta gaivota, lembrei-me do filme de Fernão Capelo Gaivota que vi há muitos anos, enfim recordações.
Gostei deste blogs e voltarei. bj da tibeu

Publicado por: tibeu em abril 20, 2006 06:09 PM

Que recordação me trouxe esta gaivota, lembrei-me do filme de Fernão Capelo Gaivota que vi há muitos anos, enfim recordações.
Gostei deste blogs e voltarei. bj da tibeu

Publicado por: tibeu em abril 20, 2006 06:09 PM

Obrigada por me teres deixado embarcar na leitura deste Poema de Tejo e cacilheiros! :) Beijinho

Publicado por: M.P. em abril 20, 2006 08:45 PM

Beijos mil
BShell

Publicado por: BlueShell em abril 20, 2006 08:58 PM

Na perspectiva estrita do clima, claridades não nos vão faltando. No entanto, simbolicamente, elas são cada vez mais prementes. Sem luz e clarividência a esperança e a confiança conseguem-se (Se for caso disso) com muito mais dificuldade...
Bjs

Publicado por: Jose Duarte em abril 20, 2006 10:36 PM

Agora aconselho-te a ouvir o "O Despertar dos Alquimistas" do Fausto (se não tiveres eu arranjo).

Um @bração do
Zeca da Nau

Publicado por: Zeca da Nau em abril 20, 2006 11:57 PM

É um bom poema, com excelentes imagens.
Gostei de o ler, é muito suave e a sua leitura é relaxante.
Beijos e bom fim-de-semana.

Publicado por: Nilson em abril 21, 2006 12:46 PM

Mergulhei na serenidade do azul do poema do Sol rasante no teu Tejo. Imagem muito bela. Beijo

Publicado por: Maria Papoila em abril 21, 2006 02:32 PM

Você corria
e eu até
já me esquecia

da beleza de
um corpo de mulher
em movimento.

Sem haver tempo, espaço
ou qualquer
coisa dessas, vagas
você vagava
num interlúdio
num entreatto
e eu navegava.

Apenas havia
coxas, braços, seios
vários cabelos
e devaneios.

Pensei ter visto
areia, mar
e nuvens:
miragem
era só a passagem
do teu corpo
de um ponto a outro.

Você corria
e eu podia
recordar como é bonito
um corpo de mulher
em movimento
alheia a outros
alheia ao tempo.

Publicado por: Carlos em abril 21, 2006 07:44 PM

Sempre belo o que escreves...Beijos e um bom fim de semana.

Publicado por: Paula Raposo em abril 22, 2006 10:43 AM

Linda imagem poema belissimo! Longe do TEjo revivo o seu leito,o azul intenso, a saudade do cacilheiro.

Um fim de semana delicioso

jinhos

Isa

Publicado por: isa&luis em abril 22, 2006 02:09 PM

Ver de novo o Tejo, depois do Texas, deve ser uma emoção sem tamanho... De dimensão talvez só comparável àquele lombinho de porco siliconado, de verdes grelos debruado... :-)

(Piada "familiar" de que escusam, os amáveis visitantes deste distintíssimo blog, de procurar sentidos dúbios. A senhora da casa sabe do que se fala)

Beijos.

Publicado por: OrCa em abril 22, 2006 10:51 PM

Gosto do teu poema
esta lindo
foi saudades da Terra Natal
Beijocas

Publicado por: Lmatta em abril 23, 2006 01:29 PM

Lindo poema para o regresso a casa

Publicado por: Luisa em abril 23, 2006 06:26 PM

Que bom ver-te de regresso. Ainda para mais com esta esplêndida Manhã de claridade. Que ela exista sempre, sim!
Um beijo.

Publicado por: Ana em abril 23, 2006 07:38 PM

"...Que exista sempre esta manhã de claridade
e a luz do sol em voo rasante sobre o Tejo
som da gaivota que me fala de saudade
barco que entra pelo porto do meu peito..."

... saudades do "meu" Tejo de nascimento... mas a presença de um Douro adoptivo, marca o meu coração, de um passado presente futuro, em que a minha alma se enche de emoção.

Um belo regresso, sem duvida ;)

Um abraço carinhoso e boa semana ;)

Publicado por: Menina_marota em abril 25, 2006 01:18 PM

Olá Linda!
Também eu estive fora uns dias e por isso a minha ausência nestas tuas paragens...
Muito belo este poema e a imagem.
Beijos

Maria Mamede

Publicado por: Maria mamede em maio 1, 2006 08:09 PM

Olá Linda!
Também eu estive fora uns dias e por isso a minha ausência nestas tuas paragens...
Muito belo este poema e a imagem.
Beijos

Maria Mamede

Publicado por: Maria mamede em maio 1, 2006 08:09 PM

Olá Linda!
Também eu estive fora uns dias e por isso a minha ausência nestas tuas paragens...
Muito belo este poema e a imagem.
Beijos

Maria Mamede

Publicado por: Maria mamede em maio 1, 2006 08:09 PM

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